27.11.20

June Jordan

 

30.4.20

Maria Gabriela Llansol



Senti que tu querias falar comigo, na verdade e verdadeiramente; 
que, à falta de companheiros contemporâneos, 
tinhas vindo até à beira da minha cama reflectida na água; 
também estavas reflectido no teu livro como se a tua boca lesse o que escrevias. 
Senti então amor por ti, mais e menos que paixão, 
uma espécie de modificação dos sentimentos do amor. 
Tu ajudavas-me a escrever, 
eu era uma das tuas necessidades mais amadas.






29.4.20

Replicado



I’m tired of rich people spreading 
positivity in times of crisis. 

SPREAD SOME FUCKING FUNDS.






18.4.20

Doc histórico Novos Baianos leg. em alemão Jacarepaguá/RJ -- RIP MM




A história do grupo começou em 1969. com o espetáculo "O Desembarque dos Bichos Depois do Dilúvio Universal", no Teatro Vila Velha, em Salvador, Bahia, onde pela primeira vez juntos se apresentaram Luiz Galvão, agrônomo formado, Paulinho Boca de Cantor, ex-crooner da "Orquestra Avanço", o popular nas noites de Salvador Moraes Moreira, a única não baiana do grupo, a niteroiense Baby Consuelo, e Pepeu Gomes. Moraes Moreira foi apresentado a Tom Zé, que era amigo de Galvão. Baby Consuelo conheceu os dois (Moraes e Galvão) em um bar, enquanto passava as férias em Salvador. Mais tarde, Paulinho Boca de Cantor conheceu os três, e se uniu a eles. Dos membros que formariam o grupo mais tarde, apenas Pepeu Gomes era músico, e havia passado por diversas bandas. Nas apresentações em palco e gravações, o grupo era inicialmente um quarteto, acompanhado pelo grupo Os Leifs, que depois teve seu nome mudado para A Cor do Som, do qual faziam parte o baixista Dadi, o baterista/percussionista Baixinho José Roberto Martins Macedo, o guitarrista Pepeu Gomes e seu irmão baterista, Jorginho Gomes. Pepeu Gomes se casou com a vocalista da banda, Baby Consuelo, e é incorporado definitivamente ao grupo e, ao lado de Moraes Moreira, colabora como arranjador musical do grupo. O documentário de Solano Ribeiro, feito para a TV alemã, foi premiado no Festival Europeu de Televisão, na Áustria.



29.3.20

Éliane Radigue - Occam Océan (full concert)



La música es un vasto continente donde encontrar recursos incontables; incluso en nuestra época de fragmentación especializada en la que los media tienden a seccionarla como pura entelequia, elemento de distinción cultural o mero entretenimiento, entraña un inmenso potencial liberador. A pesar de la presión mediática, la música representa un medio expresivo individual y colectivo de singular energía. Un hermoso ejemplo son las combas que propone Éliane Radigue para hacer sonar una orquesta, tan tenues como fascinantes. Al modo de las ondas que surgían de su ARP 2500, como si su propia existencia le hubiese llevado hasta el meollo de la música siguiendo la traza del filósofo Guillermo de Ockham, según el cual en lo más sencillo radica lo excelente. Para ello, no recurre a partituras trazadas de antemano, al contrario, se basa en la peculiar sensibilidad de cada interprete. Con el fin de sintonizar conjuntamente dispone a los músicos y les prepara con ideas e imágenes que faciliten transportarles a un espacio-tiempo propicio, en esta ocasión la vastedad oceánica. Partiendo de instrucciones verbales y de la convicción de supeditar todo al toque sereno para vivir una experiencia musical irrepetible. Nada es sometido a la premura. Hasta hallar el silencio interior y lograr el “virtuosismo” de la “simple” inspección. Proceso exaltante que como Éliane comenta: "después de años de composición solitaria, compartir el proceso de creación con otras personas es algo asombroso. Me he dado cuenta de que el sonido que estos músicos obtienen de sus instrumentos contiene aquella misteriosa y escurridiza cualidad sonora que durante años he intentando extraer de mi sintetizador sin éxito. Después de todo este tiempo, al fin veo realizadas mis fantasías sonoras" .

Pedro A. Cantero

Francisca Camelo

https://mykristeva.tumblr.com/post/613951453674029056/boas-maneiras

13.3.20

Ⓐ Marielle Sempre


28.2.20

Olvido García Valdés


El alma es por la muerte y de la muerte,
pequeño ser que oficia
desde la imprecación. La parca
del pasado lo advertía: cuerpo,
aquí comienza
otro ciclo, eres tú y eres nada 
(El mundo ya no habla).